
Primeiro passo: Mude de atitude, compre apenas o que for necessário e deixe de lado o que representa apenas um desejo.
Segundo passo: Faça um orçamento familiar e viva dentro de suas possibilidades uma reunião familiar e discuta este tema com toda sua família, a participação de todos é fundamental; faça designações pontuais para os membros de sua família para auxiliar na redução dos gastos, por exemplo, o filho caçula pode ficar responsável por apagar as luzes que estão desnecessariamente acesas. Se todos forem envolvidos, tomarem ciência da real situação financeira da família, certamente contribuirão.
Terceiro passo: Renegocie sua dívida com os seus credores de forma que as parcelas caibam no seu orçamento familiar. Seus credores terão interesse em discutir com você este tema, afinal, eles querem receber e vender novamente para você. Não se esqueça, cheque especial e cartão de crédito cobram as maiores taxas de juros do mercado.
Quarto passo: Faça uma poupança, embora possa ser difícil no primeiro momento, não deixe de poupar pelo menos 10% de seus rendimentos para emergências futuras. Se 10% for muito pesado para você, que tal 5%?
Quinto passo: Faça um armazenamento de itens de primeira necessidade, isto pode ser muito útil em situações de emergência, como desemprego. Se você tiver mantimentos necessários para sua subsistência por um ano, significa dizer que você poderá ficar um ano sem comprar estes itens numa situação de emergência. Um ano é muito tempo? Inicie fazendo por alguns meses, você vai se sentir mais autoconfiante tendo esta reserva.