
Para fugir dos doces e do cigarro, saia andando!
Se sua promessa de ano novo é eliminar um mau hábito ou reduzir a quantidade de alimentos e perder alguns quilinhos, um truque simples, porém negligenciado, pode ajudar: caminhar.
Quanto às estratégias de perda de peso, esta não é a mais glamurosa, mas estudos descobriram que uma caminhada acelerada ao redor do quarteirão pode aliviar significativamente os ‘desejos’, seja por junk food ou acender um cigarro.
Num estudo de 2008, pesquisadores recrutaram um grupo de pessoas que comiam chocolate regularmente – indivíduos que comiam pelo menos duas barras de chocolate por dia – e os fizeram passar por um período de três dias de abstinência. Então os pesquisadores dividiram os participantes em grupos, colocando-os para trabalhar em testes cognitivos difíceis para aumentar o nível de stress e tentando-os com barras de chocolate já sem embalagem.
Os pesquisadores descobriram que, se os participantes caminhavam por 15 minutos numa esteira, a um ritmo acelerado, mas sem ser cansativo, eles tinham muito menos probabilidade de sofrer de ‘desejos’ e até apresentavam menor pressão arterial quando manuseavam barras de chocolate. Outras pesquisas já concluíram que caminhar por uma hora reduz em até 30% a gordura no sangue.
Em outros estudos, os cientistas observaram os efeitos de caminhadas rápidas sobre o desejo de fumar. Um estudo de 2005 mostrou que os fumantes que eram instruídos a se absterem do cigarro por um dia tiveram rápidas reduções na vontade urgente de fumar quando faziam caminhadas “de baixa intensidade, em seu próprio ritmo” por pelo menos 15 minutos. No Brasil, como parar de fumar é a principal dúvida da população que recorre ao serviço telefônico do Ministério da Saúde.
Outro estudo, de 2007, mostrou que caminhadas rápidas não apenas reduzem a vontade de fumar, mas também os sintomas de abstinência, além de aumentarem o tempo entre um cigarro e outro.
Conclusão: Estudos mostram que uma caminhada acelerada pode aliviar o desejo de fumar e ajudar a combater um mau hábito.

Alimentos palatáveis geram menos sensação de prazer em pessoas acima do peso
Tomar um milkshake provavelmente é uma experiência prazerosa para muita gente. Mas, aparentemente, o efeito é menos intenso no caso de pessoas obesas ou acima do peso.
Novo estudo aponta que o excesso alimentar parece diminuir a resposta neurológica dada ao consumo de guloseimas, como o milkshake. Tal resposta é gerada no núcleo caudado do cérebro, região relacionada ao sistema de recompensas.
Através de exames de ressonância magnética funcional (fMRI), pesquisadores descobriram que, ao tomar um milkshake, as pessoas acima do peso e obesas apresentaram menor atividade nesta região cerebral.
“Quanto mais alto o Índice de Massa Corporal (IMC) de um indivíduo, menor a resposta de seu núcleo caudado ao tomar um milkshake”, disse Dana Small, professora associada de psiquiatria da Universidade de Yale e associada do Laboratório John B. Pierce, responsável pelo estudo.
O efeito foi especialmente forte em adultos com uma variante especial do gene taqIA A1, que já foi relacionado a um risco mais alto de obesidade. Small diz que, em tais participantes do estudo, a diminuição da resposta cerebral ao milkshake foi bastante pronunciada. Aproximadamente um terço dos americanos apresenta tal variante.
Ainda não está claro porque as pessoas que comem em excesso ou seguem dietas alimentares dizem ser tão difícil ignorar alimentos altamente recompensadores. Entretanto, os pesquisadores têm algumas teorias.
Quando questionados sobre o que acharam do milkshake, os participantes obesos e acima do peso não responderam de forma muito diferente daqueles com peso normal, o que sugere que a explicação não seja de que pessoas obesas apreciem mais ou menos o milkshake.
Ao realizar exames de ressonância cerebral em crianças em risco de desenvolver obesidade por serem filhos de pai e mãe obesos, os pesquisadores constataram resultado oposto ao ocorrido em adultos acima do peso. Na verdade, as crianças em risco de desenvolver obesidade tiveram maior resposta do caudado ao consumo de milkshake do que aquelas fora do grupo de risco.
Os pesquisadores dizem que tais constatações sugerem que a resposta do núcleo caudado diminui como resultado do excesso alimentar ao longo da vida. “A diminuição da resposta do núcleo caudado não ocorre antes do ganho de peso e sim depois. Isso sugere que esta diminuição é uma consequência, e não uma causa, do excesso alimentar”, disse Small.
Segundo Paul Kenny, professor associado do laboratório de neurociência molecular e do comportamento do Instituto de Pesquisa Scripps, da Flórida, estudos conduzidos com camundongos tiveram resultados semelhantes. Quando os roedores tiveram acesso a alimentos altamente palatáveis por longos períodos, eles se tornaram obesos. Quanto mais gordos ficavam, menor se tornava a resposta dos centros cerebrais de recompensas destes animais.
“Com o tempo, tais sistemas de recompensas começaram a desacelerar, não funcionando mais de forma adequada. Acreditamos que o mesmo pode ocorrer com humanos”, disse Kenny. “À medida que a vida vai passando e continuamos a consumir alimentos altamente palatáveis, estamos estimulando o centro cerebral de recompensas. Com o tempo, o sistema contra-ataca e começa a desacelerar – razão pela qual quanto maior o Índice de Massa Corporal, menos ativa se torna a área de recompensa”, ele explicou.
Dentre outras funções, o núcleo caudado do cérebro está envolvido na regulação da impulsividade, que está relacionada ao autocontrole e aos comportamentos de tendência aos vícios, ressaltou Small. “O caudado é a região cerebral que recebe a dopamina. O significado desta resposta cerebral pode ser que a alimentação em excesso causa adaptações do sistema de dopamina, o que poderia conceder risco extra de comer em excesso”, disse ela.
Para quem segue dietas alimentares, a questão então seria se a resposta do caudado pode voltar à normalidade com a perda de peso. Os pesquisadores dizem ainda não saber a resposta, mas pretendem realizar testes sobre a questão.
Pesquisas realizadas com pessoas que sofrem de outros vícios apontam que, com o tempo, o processamento cerebral de recompensas pode ter um retorno parcial à normalidade, mas, talvez nunca um retorno completo à situação inicial, disse Kenny.
Um segundo estudo a ser apresentado no encontro constatou que o cérebro de obesos respondeu de forma diferente a alimentos já esperados ou a recompensas e punições monetárias. Tal estudo, conduzido por pesquisadores do Centro Médico da Universidade do Kansas, mostrou que indivíduos obesos apresentaram maior sensibilidade cerebral a recompensas já esperadas e menor sensibilidade a consequências negativas já esperadas.
As descobertas dos dois estudos são consideradas preliminares até serem publicadas em uma revista especializada – revisada por profissionais da área.
Cerca de 30% da população americana é classificada obesa e as consequências médicas disso custam mais de US$100 bilhões anuais ao país, disse Nora Volkon, diretora do Instituto Nacional de Abuso de Drogas dos Estados Unidos e especialista em neurobiologia da obesidade.
Ela diz que um dos principais vilões da obesidade é a disponibilidade constante de “alimentos excessivamente recompensadores” que, quando ingeridos com frequência, podem alterar o sistema cerebral de recompensas.
“É cada vez mais reconhecido que o cérebro tem um papel fundamental na obesidade e no excesso alimentar”, diz a especialista.
Muita gente gosta de ir para algum rio e pescar como opção de lazer, não para visar lucros com a prática,, logo ela se qualifica como pesca esportiva. Há quem se sinta relaxado pescando, por isso a consagrada frase “tá nervoso? Vá pescar!”, a pesca esportiva não se restringe a rios, ela abrange os lagos, reservatórios artificiais e até mesmo o mar.
Algumas pessoas pescam os peixes, tiram as fotos de lembrança e devolvem os animais para a água, mas nem sabem que o destino de praticamente todos os peixes pegos é a morte, devido às perfurações que os animais sofrem na boca.
Seja para devolver, seja para fritar, assar, existem regras para a pesca amadora, e para melhor especificar isso o IBAMA criou a licença para Pesca Amadora.
As taxas recolhidas pelo licenciamento dos pescadores serão destinadas a ampliação da fiscalização dos locais onde a pesca geralmente é praticada. Depois de licenciado o pescador pode praticar a pesca onde quiser, respeitando o limite de captura, assim como o período de reprodução e tamanho dos peixes. Mesmo com licença os pescadores que desobedecerem as regras pagarão a multa de R$ 500,00, enquanto que os que não tiverem licença correm o risco de serem presos.
Não se preocupe, pode comer seu chocolate sem culpa. Um novo estudo do Centro de Pesquisas Nestlé, na Suíça, mostra que o consumo diário de chocolate amargo pode ajudar a reduzir o stress. A pesquisa descobriu que pessoas que se classificam como altamente estressadas têm menores níveis dos hormônios ligados ao stress depois de comer chocolate diariamente durante duas semanas. Continuar
Com o dia de dar chocolate chegando, desculpas para comer mais chocolate ainda são sempre bem-vindas. A última do mundo científico? Chocolate ajuda na compreensão de matemática. Continuar
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