As novas cédulas do real foram apresentadas hoje pelo Banco Central (BC) e Ministério da Fazenda. As efígies permanecem, mas as notas foram reduzidas, ficando a de R$ 2 com o menor e a de R$ 100 com o maior tamanho. Ficaram muito parecidas com o Euro.
O governo chama essa série de “segunda família do real “. A primeira foi lançada em 1994.
As cédulas de R$ 50 e de R$ 100, mais falsificadas, serão as primeiras na troca, entrando em circulação no primeiro semestre deste ano. A de R$ 50 mantém a onça pintada e a de R$ 100 traz a garoupa, mas o peixe tem novo design.
Fonte: Época negócios
Dizendo-se mal atendido, o cliente de um banco americano foi à Justiça. Ele pede uma indenização não de outro, mas de muitos outros mundos, impossível de ser paga: US$ 1 septilhão, 784 sextilhões de dólares.
Não há dinheiro no mundo para a indenização. Seria preciso juntar a economia de 21 bilhões de planetas terra para chegar a essa cifra. No sistema numérico mundial, esse é um “iota”, uma das unidades de medidas dos grandes números, gigantescos.
Mal atendimento. Foi essa a justificativa do cliente para levar o Bank Of America, o maior banco dos Estados Unidos à Justiça, a uma corte em Nova York.
Pense em Bill Gates com sua fortuna de US$ 50 bilhões de dólares. Com o que pede o cliente do banco seria possível ter não um, mas 5.427 planetas terra cheios de Bill Gates.
Se a indenização tivesse que ser paga, cada um dos 6,8 bilhões de habitantes da terra, teria uma dívida equivalente a quase quatro vezes e meia o PIB mundial.
É tanto, mas tanto dinheiro, que a Ferrari precisaria de bilhões de anos para atender a demanda. Afinal, com a indenização seria possível comprar, acreditem, seis quintilhões e 300 quatrilhões de Ferraris.
O juiz do caso sabe lidar com grandes cifras. É o mesmo que mandou para a cadeia Bernard Madoff, autor da maior fraude da história do sistema financeiro americano.
O juiz Denny Chin pediu ao cliente do banco, Dalton Chiscolm, que apresentasse evidências que justificassem o estratosférico pedido de indenização. Loucura não está entre as justificativas aceitáveis.
Fonte: G1
Um leilão de objetos relacionados ao rei do rock Elvis Presley atraiu centenas de participantes, que, entre outras peças, adquiriram uma mecha de cabelos do artista por US$ 18.300 e uma camisa por US$ 62 mil.
Mais de 150 objetos que pertenceram ao ex-presidente de um fã-clube de Elvis foram leiloados pela casa Leslie Hindman de Chicago.
Os objetos de maior preço foram uma camisa de seda vermelha utilizada por Elvis, vendida por US$ 34 mil, e uma camisa de cor creme arrematada por US$ 62 mil.
Dois cachecóis utilizados em apresentações foram vendidos por um total combinado de US$ 2.318. Um conjunto de lenços de Elvis foi comprado por US$ 732.
A coleção de Elvis de minidiscos de 45 rpm foi comprada por US$ 3.904.
Também foram vendidas fotografias das reuniões prévias ao casamento com Priscilla (US$ 6 mil) e cartas privadas que o astro recebeu de familiares.
A casa de leilões não divulgou detalhes dos compradores, incluindo o que adquiriu uma grande quantidade de cabelo de Elvis.
A casa disse que o cabelo foi dado a Pepper para enviar aos fãs de Elvis pelo correio. Não foi realizado nenhum exame de DNA no cabelo, mas a Leslie Hindman citou um “especialista em autenticação de cabelo de celebridades”, John Reznikoff, afirmando que o cabelo apresentado era compatível com o cabelo de Elvis que ele tinha em sua coleção.
Fonte: G1
Entenda a situação
As mulheres conquistaram espaço no mercado de trabalho e cada vez mais ocupam cargos de destaque e igualdade salarial. Essa situação cultural é relativamente recente e, infelizmente, ainda existem homens machistas.
Quando uma mulher se sobressai profissionalmente e começa a ganhar mais do que o marido, em alguns casos passa a enfrentar um problema sério em casa.
Resultado: alguns homens tem dificuldade em aceitar o fato. Muitos se sentem humilhados, diminuídos ou ameaçados e reagem das mais diferentes maneiras. Enquanto uns ficam deprimidos, outros passam a agredir verbalmente a parceira.
Para evitar esse tipo de problema, é importante ter maturidade nas brigas envolvendo dinheiro. Confira nos próximos slides algumas das discussões mais comuns na vida de um casal nessa situação e mostra como a mulher deve agir para minimizar os conflitos.
Saiba como agir
Se a sua intenção é manter o casamento e ajudar seu marido a progredir, é preciso ser cautelosa com as palavras. Veja como agir em algumas situações que costumam dar origem a brigas
Quando ele disser
”Você não tem mais tempo para a família, só vive para trabalhar. As crianças estão largadas.”
Sua resposta deve ser
”Se meu patrão me pede para fazer horas extras, preciso ficar, porque não posso correr o risco de ser demitida.”
Nunca diga
”Lógico, quem bota dinheiro em casa sou eu. Se eu não trabalhar, vamos morrer de fome. Você não consegue enxergar isso?”
Quando ele disser
”Estou me sentindo péssimo por não conseguir uma promoção e estar marcando passo nesse emprego.”
Sua resposta deve ser
”Tenha calma. Vamos começar a pensar numa forma de você mudar de ramo ou ter uma renda extra.”
Nunca diga
”Já não era sem tempo, pois a fila anda. Acomodado desse jeito, nunca vai sair do lugar.”
Quando ele disser
”Se meus amigos descobrirem que você ganha mais do que eu, serei motivo de chacota.”
Sua resposta deve ser
”Que bobagem! Você deveria se orgulhar por ter uma mulher trabalhadeira ao seu lado.”
Nunca diga
”Verdade. Duvido que as esposas deles também tenham que ralar para manter a casa.”
Quando ele disser
”Sua mãe me humilha porque sabe que ganho pouco. Não agüento mais essa situação.”
Sua resposta deve ser
”Vou conversar com ela e pôr um ponto final nisso. Ninguém tem nada a ver com a nossa vida.”
Nunca diga
”É que, quando eu era solteira, tinha tudo do bom e do melhor. Mãe só quer o bem dos filhos.”
Quando ele disser
”Você está indo ao supermercado? Se não for pedir muito, traz aquela cervejinha que eu gosto?”
Sua resposta deve ser
”Tenho uma lista enorme e o dinheiro está curto. Mas vou tentar comprar pelo menos duas latas, está bem?”
Nunca diga
”Era só o que faltava! O dinheiro mal dá para a compra do mês. Para mim, nunca compro nada.”
Quando ele disser
”Puxa vida, mais uma roupa nova? A gente não está podendo ter esses luxos, não! Olha os trapos que eu uso.”
Sua resposta deve ser
”Eu quis me dar esse presente e gostaria que você respeitasse. Não vai faltar nada em casa, fique tranqüilo.”
Nunca diga
”Pois é, esse luxo é para quem pode. Graças a Deus eu tenho o MEU dinheiro para gastar no que EU quero.”
Quando ele disser
”Não sei, às vezes parece que você gosta dessa situação de ganhar mais do que eu. Você quer me diminuir, é isso?”
Sua resposta deve ser
”De jeito nenhum. Sou sua mulher e estou ao seu lado, não sou sua adversária. Você precisa me enxergar como parceira.”
Nunca diga
”Então você acredita que eu quero competir para ver quem ganha mais e é melhor? Além de tudo o que faço, ainda tenho que ouvir isso!”
Ela passou por esse problema
A acompanhante de idosos Aracirema da Silva Almeida, 43 anos, do Rio, ganha 50% a mais do que o marido, que faz bicos como eletricista. ”Ele se sente mal porque sempre sustentou a casa e, de repente, se viu sem emprego fixo”, conta Aracirema.
Ela sabe que o marido não é acomodado, apenas está com dificuldades de se recolocar com carteira assinada porque já tem 44 anos. Em compensação, com praticamente a mesma idade, Aracirema consegue se manter trabalhando registrada.
Esse tipo de situação pode despertar no homem um sentimento de incapacidade por achar que a esposa é mais talentosa do que ele. Como conseqüência, ele passa a dizer frases que refletem sua falta de autoconfiança e que podem dar margem a brigas. Outras vezes, a frustração atinge a mulher, afinal, aquele homem que ganha pouco está longe de ser o príncipe maravilhoso que ela idealizou quando se casou.
Para Valéria Meirelles, psicóloga e terapeuta de casais, de São Paulo, esses conflitos vão desgastando a vida conjugal. ”Para preservar o casamento, você deve se perguntar: ‘Como posso aproveitar essa relação com as coisas boas que ela me traz?’ ”, diz Valéria. ”É preciso tomar muito cuidado para um não ficar cutucando o outro o tempo todo.”
Segundo a psicóloga, uma boa conversa, em que cada um revele suas insatisfações, é fundamental para os dois combinarem um jeito de voltar a se entender. Evidentemente, esse diálogo deve acontecer num momento de calmaria, nunca no calor de uma discussão, e sempre longe dos filhos. E lembre-se: em hipótese alguma se sinta culpada e desista do seu trabalho. Valorize seu talento procurando progredir cada vez mais!
Fonte: M de mulher
O site Futebol Finance fez um interessante ranking das seleções mais valiosas do mundo. A metodologia utilizada se baseou nos direitos econômicos dos 25 jogadores mais utilizados pelos respectivos países no período das eliminatórias da Copa.
1º. Espanha – 510 milhões (valor médio por jogador: 20,4 milhões)
2º. Brasil – 450 milhões (valor médio por jogador: 17,9 milhões)
3º. França – 440 milhões (valor médio por jogador: 17,6 milhões)
4º. Inglaterra – 420 milhões (valor médio por jogador: 16,8 milhões)
5º. Itália – 400 milhões (valor médio por jogador: 16 milhões)
6º. Argentina – 390 milhões (valor médio por jogador: 15,6 milhões)
7º. Portugal – 340 milhões (valor médio por jogador: 13,6 milhões)
8º. Alemanha – 290 milhões (valor médio por jogador: 11,6 milhões)
9º. Holanda – 280 milhões (valor médio por jogador: 11,2 milhões)
10º. Rússia – 210 milhões (valor médio por jogador: 8,4 milhões)
*Valores em euros.
Fonte: Lista 10
Primeiro passo: Mude de atitude, compre apenas o que for necessário e deixe de lado o que representa apenas um desejo.
Segundo passo: Faça um orçamento familiar e viva dentro de suas possibilidades uma reunião familiar e discuta este tema com toda sua família, a participação de todos é fundamental; faça designações pontuais para os membros de sua família para auxiliar na redução dos gastos, por exemplo, o filho caçula pode ficar responsável por apagar as luzes que estão desnecessariamente acesas. Se todos forem envolvidos, tomarem ciência da real situação financeira da família, certamente contribuirão.
Terceiro passo: Renegocie sua dívida com os seus credores de forma que as parcelas caibam no seu orçamento familiar. Seus credores terão interesse em discutir com você este tema, afinal, eles querem receber e vender novamente para você. Não se esqueça, cheque especial e cartão de crédito cobram as maiores taxas de juros do mercado.
Quarto passo: Faça uma poupança, embora possa ser difícil no primeiro momento, não deixe de poupar pelo menos 10% de seus rendimentos para emergências futuras. Se 10% for muito pesado para você, que tal 5%?
Quinto passo: Faça um armazenamento de itens de primeira necessidade, isto pode ser muito útil em situações de emergência, como desemprego. Se você tiver mantimentos necessários para sua subsistência por um ano, significa dizer que você poderá ficar um ano sem comprar estes itens numa situação de emergência. Um ano é muito tempo? Inicie fazendo por alguns meses, você vai se sentir mais autoconfiante tendo esta reserva.
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