As pessoas fazem de um simples “não” o pior momento, ou de um “acabou” o fim do mundo. Não é tudo tão ruim quanto parece. Se a tristeza veio ao cair da tarde, a felicidade vem quando o sol voltar a nascer. Continuar
Muitos homens têm dificuldades para abordar uma mulher desconhecida e conquistá-la. A maioria coloca a culpa em fatores externos, como não ser bonito, ou que as mulheres gostam é de caras ricos. Se isto fosse verdade, como explicar os vários caras feios que vemos todos os dias de mãos dadas com belas mulheres? Há certamente fatores que influenciam a decisão de uma mulher estar com um determinado cara ou não, no entanto, você pode conquistar uma mulher ainda hoje, mesmo não sendo rico, famoso ou boa pinta.
1.) Saiba se vestir: o jogo da paquera começa bem antes da abordagem. Se você estiver vestido de forma correta, isso pode te colocar alguns pontos a frente dos outros. Um bom início é pedir sugestão a amigas ao comprar suas roupas. Mulheres normalmente são bem melhores que homens em assuntos de moda e estilo.
2.) Seja sociável: seja o cara que conversa com todo mundo. Quando estiver conversando com uma mulher que tem interesse não vai ficar estampado na sua testa que você está dando em cima, afinal, você é um cara popular.
3.) Tenha amigas: as outras mulheres passam a te olhar com outros olhos se você estiver acompanhado de outras mulheres. Essa teoria, chamada de pré-seleção, é explicada inclusive pela biologia, e acontece com várias espécies de animais.
4.) Na dúvida, aborde: quando você vir alguma mulher que te agrada na rua, na faculdade, numa boate ou num bar aborde-a imediatamente. Nada de pensar no que vai falar, de pedir opinião para um amigo ou de adiar. Vá lá antes que você perca a oportunidade.
5.) Observe a linguagem corporal delas: se você não tiver o tipo físico do Rodrigo Santoro, dificilmente as mulheres virão conversar com você. No entanto, é muito comum que as mulheres demonstrem o interesse delas por meio de um olhar, mexendo nos cabelos, deixando a bolsa dela cair perto de você ou mesmo pedindo alguma informação. Saiba identificar isso, e se ela te agradar, não deixe a oportunidade passar.
6.) Saia de casa: se ficar em casa jogando videogame, provavelmente, nenhuma mulher vai cair no seu sofá. Faculdades, exposições, shoppings, bares, boates, clubes são alguns dos lugares excelentes para encontrar mulheres. Procure conhecer os locais da sua cidade onde é certo de se encontrar algumas beldades.
7.) Faça ela rir: ser bem humorado é uma das maiores qualidades de alguém que pretende se tornar um artista da sedução. Todo mundo quer ficar perto de alguém que o faça se sentir bem, e com as mulheres não é diferente. No entanto, ter um bom humor não significa que é para você ser um palhaço. Saiba ter atitude de homem.
8.) Não seja esforçado demais: ao contrário, esnobe um pouco as mulheres. Não seja o cara que faz tudo que as mulheres querem, que paga bebida para elas ou que fica as elogiando a todo instante. Faça ela ter um certo trabalho para te conquistar também. Ninguém gosta de nada muito fácil.
9.) Tópicos interessantes: a conversa não deve parecer uma entrevista perguntando nome, idade, profissão. Saiba falar de assuntos leves e descontraídos como música, cinema, horóscopo, fofocas de celebridades, ler as linhas da mão dela, fazer algumas brincadeiras e até mesmo provocá-la.
10.) Aprenda a lidar com a rejeição: tenha auto-estima e confiança inabaláveis. Há milhares e milhares de mulheres lindas disponíveis, e isso não significa que você não é bom o bastante com as mulheres. Você não tem culpa se ela tem mau gosto, não é mesmo?
Para você que está iniciando no mundo da sedução, essas dicas já são um bom ponto de partida.
Por força de algumas reflexões sobre as relações entre as pessoas acabei me Lembrando dos verbos de ligação, mais especialmente os citados nenhum título desse artigo – ser, estar, permanecer e ficar. Sem a intenção de abordá-los no sentido lingüístico, onde usualmente são explorados, fiquei a brincar, tentando emprestá-los para pensar um pouco sobre os diversos níveis nos quais as pessoas assentam suas relações amorosas e afetivas.
Ultimamente ouvimos muito que Fulano “ficou” com Siclana, seja numa balada, ou numa festinha qualquer. Quando, numa conversa com jovens, queremos conhecer melhor o que isso quer dizer, acabamos colhendo certas informações.
Ficar significa encontrar alguém, conhecido ou desconhecido, e passar com ele alguns minutos, horas ou poucos dias, num clima de intimidade, onde a principal carícia é o beijo. O que interessa nesse momento é a curtição, o prazer imediato, sem qualquer promessa de compromisso. Aliás, esse é o ponto mais importante: a ausência de compromisso. Ficar, então, é um estado leve, com pouca consistência, devido à liberdade que ele assegura aos ficantes.
Alguns aspectos podemos levantar aqui. Para ficar, você não precisa ser, nem permanecer, só estar. De pouco vale se você se chama Maria ou João, porque muitas vezes seu nome não será perguntado. O jovem sai da “ficada” só com a marca quantitativa da conquista. É mais um, ou uma, para se somar à lista de conquistas que serão, mais tarde, anunciadas para toda a galera. “Fiquei com quatro, ontem”, “E eu que beijei seis!”, e assim por diante. Quantas Marias e quantos Joões se conheceu, não importa. Desse estado de ligação, o que resta é a quantidade. Talvez nem o prazer de beijar seja o mais importante e sim o ato de contar, depois, um alguém. A arrogância é ponto alto: “Olha como eu sou bom!”.
Isso me lembra aquela piadinha que o sujeito vai parar numa ilha com uma atriz maravilhosa e depois de um tempo de affair entre os dois, o homem propõe que a atriz faça de conta que é um outro homem. O sujeito então se aproxima e diz para o “outro”: “Você não sabe com quem eu fiquei numa ilha! Com a Fulana de Tal!”. Isso tudo pra contar sobre uma Façanha. O que importa aqui não é a Fulana e sim a necessidade de se afirmar diante do outro e de quebra provocar uma invejazinha.
Estamos em tempos em que se propaga na mídia a rapidez, o consumo, o imediato, o perfeito, etc. Quem nada nesse rio, segue essa correnteza. Não há tempo para pensar, para sentir, aprofundar. Não combina. E o que fica disso, a longo prazo, é o vazio, a solidão ea perda de si mesmo, o que é o pior.
O que posso saber sobre a Maria e o João me preenche de idéias, de sentimentos, de informações, de conhecimento.
Sem isso não há encontro. Se não há encontro, não há experiência viva. Se não há experiência viva, não há existência. Se não há existência…
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