
Gotinhas de óleos essenciais no ambiente podem fazer muito por sua saúde.
Você sente aquele aroma gostoso de lavanda no ar e, de repente, começa a ficar mais calmo, relaxado. Entra em um ambiente com cheirinho de tangerina e sente-se energizado. Não, não é mágica. São os óleos essenciais agindo na aromaterapia. Puros ou adicionados às fórmulas de vários produtos (óleos para massagem, aromatizadores de ambiente, sabonetes e até cremes de beleza), eles podem fazer muito por sua saúde e por seu humor e estado de espírito.
Não se trata de simples perfume. A essência é extraída de plantas. “Os óleos essenciais são obtidos a partir de flores, cascas, folhas ou frutos, por isto, são substâncias altamente concentradas”, explica o professor Rodolfo Correa Lima do Grupo Cecth – Centro de Estudos do Corpo e Terapias Holísticas, do Rio de Janeiro.
“Esses óleos tem uma composição química e princípios ativos, que entram na corrente sanguínea quando aspirados ou massageados sobre a pele, levando informações de bem-estar para o corpo todo”, completa Sandra Spiri, pesquisadora e psicoaromaterapeuta, presidente da Associação Brasileira de Aromaterapia e Aromatologia (Abraroma).
“O olfato é o sentido que liga o mundo externo ao sistema neurológico. Logo que você sente o aroma do óleo essencial, o sistema límbico – região constituída de neurônios e ligada às emoções – é acionado. Já na pele, ele também é rapidamente absorvido e cai na corrente sanguínea”, completa o psicólogo e aromaterapeuta Zheca Catão, de São Paulo.
Modo de usar
Como o óleo essencial é muito concentrado – para se ter ideia, em média, 100 quilos de matéria (planta) produzem um litro de óleo –, ele precisa ser diluído, de preferência em um óleo vegetal base (de amêndoas ou sementes de uva). “Uma gota equivale de 20 a 30 xícaras de chá da planta. Não se deve inalá-lo ou usá-lo diretamente na pele”, adverte Zheca Catão.
“Atenção: as essências sintéticas adquiridas em lojas de departamento são na maioria das vezes produtos industrializados com origem mineral. Seu único benefício é deixar um aroma agradável no ar”, diz o professor Rodolfo Correa Lima.
Você pode introduzir os óleos essenciais em seu dia a dia de várias maneiras:
Foto: Thinkstock/Getty ImagesEscalda-pés: jeito fácil de experimentar os benefícios dos óleos essenciais
Banho ou escalda-pés: na água quente da banheira ou da bacia, coloque quatro (escalda-pés) ou oito gotas (banho). “Como água e óleo não se misturam, a dica é dispersar o óleo essencial em um pouquinho de leite e daí misturá-lo à água, na hora em que for fazer o procedimento, para que o óleo não vaporize e perca sua ação terapêutica”, ensina Zheca.
Inalação: em uma bacia de água quente, coloque uma gota de óleo e respire o vapor, cobrindo a cabeça com uma toalha para melhor aproveitar a técnica.
Massagem: dilua quatro gotas de óleo essencial em um frasco de óleo vegetal e use para massagens corporais.
Ambiente: pingue duas gotas de óleo (de uma em uma hora, por exemplo) em um aromatizador de ambiente ou em velinhas. “No ambiente de trabalho, por exemplo, você pode colocar uma gotinha em um sachê e guardá-lo na gaveta. No seu quarto, pingue direto no travesseiro – mas durma no lado oposto ao que colocou o óleo”, sugere o aromaterapeuta.
Compressa: em uma toalha úmida e quente, coloque de uma a duas gotas do óleo mais indicado para o caso. Essa é uma boa forma de tratar contusões e fadiga muscular.
Indicações
Os óleos vegetais possuem diversos benefícios, porém também tem algumas contraindicações. “Pacientes em tratamento homeopático devem consultar seu médico antes de usá-los, já que alguns podem afetar a química homeopática. Grávidas e hipertensos devem evitar óleos mais estimulantes como o de alecrim. E cuidado com os óleos fotosensibilizantes, como os cítricos, que não devem ser usados antes da exposição ao sol”, alerta o professor Rodolfo.
Alguns óleos funcionam bem e agem rápido para uns, mas não para outros. “Não se pode generalizar, mas existem algumas tendências”, explica a psicoaromaterapeuta Sandra Spiri.
Confira algumas sugestões:
Para combater o estresse: lavanda e manjerona.
Para acalmar o ambiente: lavandim ou óleos cítricos (limão, laranja, tangerina).
Para trazer clareza mental: limão, hortelã, pimenta, alecrim.
Para memória e concentração: alecrim.
Para relaxar: lavanda, rosa, bergamota.
Para induzir ao sono: bergamota ou lavanda.
Para combater a dor de cabeça: manjerona.
Para aliviar dor tensional: menta ou vetiver.
Para controlar a ansiedade: rosa, camomila ou lavanda.
Para combater a compulsão (por comida, por exemplo): patchouli, gerânio, jasmim, sândalo.
Para dar energia: cítricos e alecrim.
Para trazer alegria: tangerina.
Para gerar equilíbrio emocional: gerânio.
Para aumentar a autoconfiança: gerânio ou eucalipto.
Para combater sintomas de TPM: sálvia e gerânio.
Para ajudar digestão: coentro.
Para tratar problemas de pele (acne, alergia, eczemas, picadas de inseto): lavanda.
Para facilitar a concentração: alecrim ou olíbano.
Para ativar a sexualidade: ylang ylang.

Coach de saúde: o treinador de suas mudanças de hábitos.
A palavra inglesa coaching, em português, significa treinamento. No mundo corporativo, corresponde ao processo de equipar as pessoas com as ferramentas, os conhecimentos e as oportunidades de que precisam para se desenvolver e se tornar mais eficazes. Cabe ao coach – ou treinador – ajudar o executivo a identificar seu potencial e, por meio de técnicas motivacionais e de autoconhecimento, ajudá-lo a chegar lá.
Essa figura do coach agora aparece também na área de saúde. “Trata-se de um profissional treinado para ajudar a pessoa a entender melhor sua condição de saúde. Mas mesmo sendo médico, ele não substitui seu médico assistente”, explica Marlus Machado Marconcin, pediatra e coach de saúde, de Curitiba (PR).
O coach reúne as informações médicas para dar suporte adequado às decisões sobre a saúde do paciente, atuando em parceria com o médico de base. Para o especialista, ao assumir um papel ativo nestas decisões o paciente passa a ter condição de fazer as melhores escolhas. E, assim, os hábitos saudáveis são conquistados de forma consistente.
“Chamo o coach de saúde de arquiteto do bem-estar. Ele mostra o caminho a seguir, mas é a pessoa que coloca as fundações, ergue as paredes e cobre o telhado, de maneira sólida e duradoura”, diz Marconcin, que atende muitos casos de obesidade, estresse e pânico.
O cardiologista Antonio Olintho Fossa Jr., de Belo Horizonte (MG), começou a trabalhar com coaching de emagrecimento – e hoje até ministra cursos para profissionais da área médica para formação de novos coaches – quando percebeu que muitos pacientes não conseguiam emagrecer, por mais que fossem orientados para mudanças de hábitos.
“É importante ter um profissional para orientar sobre a dieta, claro. Mas para muitas pessoas é preciso mais do que isso. O coach entra com motivação, técnicas de orientação e estratégias mentais para o indivíduo aprender a lidar com os obstáculos e as cobranças que aparecerão no curso da doença. Unimos os recursos da medicina com treinamento para a mudança de estilo de vida”, diz Fossa Jr.
“Às vezes os problemas – a dieta, as mudanças de hábitos – parecem muito grandes aos olhos assustados do cliente. O coach ajuda a colocer esses obstáculos em uma dimensão menor”, completa Marconcin.
Como é a sessão
“É uma espécie de terapia breve, reconhecida no mundo todo”, diz o cardiologista Fossa Jr. Seu método consiste em 12 sessões, de uma hora e meia cada. Nos três primeiros meses elas são realizadas quinzenalmente. Depois passam a ser mensais e, por fim, bimestrais.
“As pessoas não têm tanto tempo e dinheiro para um tratamento longo. Comparado à psicanálise, o coaching é muito mais rápido”.
São utilizadas diversas técnicas de informação e motivação. E muito do progresso acontece entre as sessões, quando a pessoa implementa as ações estabelecidas em comum acordo com o coach de saúde.
No processo de coaching o foco são metas específicas de saúde e muitas delas também podem fazer mudanças em outros aspectos da vida, incluindo carreira e senso global de bem-estar.
Qual a diferença?
Existem semelhanças entre coaching e terapia: ambos promovem uma análise introspectiva do paciente a respeito de quem ele é, sobre os seus relacionamentos e o mundo em que vive.
“Entretanto, os terapeutas examinam as raízes do modo de ser dos seus pacientes como também e analisam minuciosamente sua história de vida. No coaching de saúde, temos um objetivo e vamos chegar a ele. É um processo focado, com começo, meio e fim”, reforça Marlus Machado Marconcin.
Segundo os especialistas, o coach trabalha na descoberta das possibilidades. O terapeuta pergunta ‘por que?’; o coach pergunta ‘o que você quer?’, ‘quem você quer ser?’, ‘como sua vida será diferente e o que é importante acontecer para você chegar lá?’. “Coaching é a ação e a solução com um foco nas possibilidades futuras”, argumenta o médico de Curitiba.
Qualquer pessoa que queira se tornar realmente responsável por sua condição de saúde, quer apresente algum problema de saúde ou não, pode recorrer aos serviços do coaching de saúde.
Coach de respiração
Um pouco mais específico é o coaching de respiração. Chamado também de renascedor, o orientador aqui inicia o paciente na conscientização da respiração correta e eficiente. “O objetivo é resgatar o bem-estar e aliviar as tensões diárias, manter um ambiente sereno e conduzir a pessoa a ter um ritmo de respiração mais livre e relaxado”, explica Elizabeth Lindoni, coach e consultora em PNL, de São Paulo.
“A respiração leva a pessoa a experimentar um profundo senso de limpeza interna, melhorando a saúde física e mental e tornando os sentimentos mais tranquilos. Quando dominamos um pensamento dominamos um resultado. Respirar corretamente é aprender a ter poder pessoal”, completa a especialista.

Coaching de respiração: escolha um lugar tranquilo e busque equilíbrio através da inspiração e da expiração
Respire fundo
As sessões de coaching de respiração duram de uma a duas horas. Elizabeth Lindoni diz como funciona o processo:
* Deite-se ou sente-se em um local bem confortável, feche os olhos, ouça uma música suave.
* Nos primeiros 10 minutos, respire de forma profunda: encha todo o pulmão de ar e esvazie por completo (estado de ativação).
* Respire com vigor na inspiração (como recebo as coisas do mundo) e relaxe na expiração (como desfruto do que recebo).
“Com o relaxamento total, corpo e mente se entregam e se soltam completamente. Você vai percebendo suas emoções, seus pensamentos, seu corpo. Permita-se, solte-se, não lute contra nada, deixe fluir os pensamentos e as emoções. Acompanho muitos relatos de alívio, bem-estar e até de cura de dores e doenças”, finaliza a especialista.

Expor-se ao sol por, no máximo, 30 minutos pode ser aliado da saúde
Vitiligo, psoríase, dermatite, depressão e osteoporose. O tratamento de todas essas doenças passa por um remédio rápido, prático, indolor e gratuito: o sol. A exposição aos raios solares por 15 a 30 minutos diários, sem o uso de protetor, controla todas essas enfermidades e ainda melhora a absorção do cálcio no organismo, o sistema imunológico, reduz o risco de câncer e de diabetes tipo 2.
“A exposição deve ser sempre antes das 10h e por um tempo curto – no máximo 30 minutos, dependendo do tipo de pele. Mais do que isso é um fator de irritação”, afirma Marcos Cesar Floriano, dermatologista do Hospital Nossa Senhora de Lourdes, em São Paulo.
Estudos têm comprovado a importância da vitamina D na prevenção de doenças e a relação entre essa substância e o sol está ajudando a mantê-lo como um aliado da saúde. A vitamina é produzida pelo corpo naturalmente depois da exposição aos raios UVB.
Pele nova
Para quem tem psoríase, doença crônica que atinge 2% da população mundial, causando inflamações nas articulações e lesões vermelhas ou descamações na pele, o sol diminui o processo inflamatório e melhora a resposta imunológica. O resultado: as lesões diminuem e, em muitos casos, desaparecem.
A indicação dos médicos é para que a área lesionada seja exposta. Parece fácil, mas não é.
“Mesmo com todos os benefícios, muitos pacientes não aproveitam porque tem vergonha de tornar pública as lesões”, diz José Celio Peixoto Silveira, 51 anos, presidente da União Nacional das Associações dos Portadores de Psoríase do Brasil. O próprio José por muito tempo preferiu enfrentar o calor do Nordeste (ele mora em Pernambuco) de mangas compridas a expor a doença.
“Teve uma época em que eu só ia à praia quando sabia que poucas pessoas estariam por lá. A psoríase não é contagiosa e melhora com o sol, mas mesmo assim era difícil encarar o preconceito”, relata.
Dermatite atópica
O mecanismo de ação do sol sobre a dermatite atópica é semelhante: há redução na inflamação e a pele é renovada. A doença congênita se manifesta principalmente na infância, tem aspecto parecido com um eczema, geralmente concentrado nas dobras do corpo e nas bochechas. A pessoa sente uma coceira intensa e, em geral, esse quadro está associada a bronquite, asma e rinite.
Vitiligo
Quem tem a doença não pode abrir mão da terapia com o sol. No entanto, nesses casos é preciso passar medicação antes de se expor. “Além disso, o tempo deve ser menor – no máximo 15 minutos”, alerta Arthur Antonio Duarte, professor de dermatologia da Faculdade de Medicina de Santo Amaro.
Câncer
Uma nova pesquisa publicada na revista “Câncer Epidemiology Biomarkers and Prevention” identificou que a exposição ao sol reduziu substancialmente o risco de câncer de mama em mulheres na pós-menopausa. Os médicos do INSERM, Instituto Nacional de Saúde e de Pesquisa Médica, da França, revisaram diversos estudos realizados com 67 mil mulheres.
De acordo com a pesquisa, mulheres que moravam em lugares ensolarados como a Provence, tinham 50% menos risco de apresentar câncer de mama em comparação com aquelas de regiões mais escuras, como Paris.
E o mais surpreendente: aquelas que ingeriram menos vitamina D, mas se expuseram com mais frequência ao sol, apresentaram chances 32% menor de desenvolver câncer de mama.
Depressão
O sol tem ação antidepressiva. Com a luminosidade, o cérebro reduz ou interrompe a produção de melatonina, substância que provoca relaxamento corporal, cansaço e sonolência e uma das principais causadoras da depressão. Em países com baixa luminosidade, o índice de depressão na população é maior, explicado pela ausência de luz regular.
Osteoporose
O sol está ligado diretamente com a vitamina D, nutriente essencial para o fortalecimento dos ossos. Tomar sol pode ajudar a manter a quantidade de massa óssea e evita o desenvolvimento de ossos ocos, principal característica da doença, que pode surgir mesmo antes mesmo dos 40 anos.
Diabetes
A exposição ao sol garante que os níveis de vitamina D no corpo estejam adequados, o que reduz as chances de desenvolvimento de resistência à insulina ou de deficiência deste hormônio no corpo. Muitas pesquisas estão sendo desenvolvidas nesse âmbito na Ásia, por conta de uma predisposição genética dessa região para o desenvolvimento do diabetes tipo 2.
Cuidados permanecem
O sol que pegamos no dia a dia pode ser suficiente para evitar a carência de vitamina D no organismo. Os médicos alertam, no entanto, que para garantir os benefícios trazidos pelos raios solares, a exposição da pele deve ser feita somente antes das 10h e após às 16h. E sempre pelo tempo determinado – 15 a 30 minutos por dia. Mais do que isso, o protetor continua sendo essencial.
“Ainda falta conscientização da população, não podemos ser radicais. Não pode tomar sol de maneira desmedida, ficar queimado do sol”, recomenda Arthur Dias Duarte.

Dormir faz parte do ciclo natural do organismo do ser humano e de vários outros animais, o sono é muito importante para que o corpo se mantenha saudável, pesquisas comprovaram que dormir durante a noite traz inúmeros benefícios e que quem não dorme o suficiente ou o sono é considerado de má qualidade pode sofrer com diversos distúrbios e doenças, muitas pessoas sofrem de insônia que é a ausência do sono noturno estão propicias a desenvolver sérios problemas como a depressão, afetando o sistema imunológico entre outros, por isso há tratamentos específicos que podem ajudar a pessoa a ter um sono melhor. Os benefícios que o sono pode nos proporcionar são muitos, porém quem acredita que o sono noturno pode ser substituído pelo diurno está completamente errado, é o sono noturno que traz inúmeros benefícios para o corpo, a insônia pode ocorrer por vários fatores tanto físicos, psicológicos, fatores externos, ambientais ou circunstâncias de trabalho ou estilo de vida
O estresse e a carga de trabalho excessiva é um dos principais fatores que desencadeiam o sono, a falta de sono pode gerar problemas como a depressão que pode ser uma desencadeadora ou conseqüência da insônia, a má qualidade do sono também pode gerar problemas de coração, má circulação sanguínea, tensão, enxaqueca entre outros, já os benefícios podemos citar:
• Alivia as tensões musculares;
• Estimula a produção de vários hormônios inclusive o hormônio do crescimento que só é produzido na hora do sono;
• Alivia o estresse;
• Melhora e mantém o metabolismo no ritmo;
• Ativa a memória;
• Repara o corpo produzindo moléculas que reconstroem as células;
• Diminui o risco de doenças psicológicas como a síndrome do pânico, esquizofrenia, bipolaridade, depressão entre outras;
• Melhora a concentração;
• Fortalece o sistema imunitário;
• Dormir bem ajuda a perder peso;
• Diminui o risco de diabetes.
Entre muitos outros benefícios, muitas pessoas não sabem, mas uma boa noite de sono pode valer muito, garanta a sua qualidade de vida através da qualidade do sono noturno.
A pílula anticoncepcional está completando 50 anos, nesse ano de 2010. Para celebrar a melhoria que o medicamento trouxe para a vida das mulheres, foi desenvolvida uma pesquisa para avaliar se o método contraceptico além da liberdade de escolha sobre a gravidez tem outros benefícios foi desenvolvida uma pesquisa pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Continuar
Pesquisadores dos EUA desenvolveram uma pesquisa e publicaram na “Science Translational Medicine” um periódico de medicina americano. O estudo pode revolucionar a vida de quem sofre com Diabetes, se trata de um sistema constituído de um monitor de glicose, duas bombas e um laptop. O procedimento visa regular os níveis de glicose no sangue como o organismo faz naturalmente. Continuar
Para as próprias mulheres a TPM (tensão pré-menstrual) é algo complicado de entender, o fato é que seus efeitos tornam o período muito desagradável, e isso faz com que as alterações gritantes de humor cheguem também. Os hormônios tem o poder de influenciar todas as pessoas sem distinção dos sexos, mas nas mulheres eles agem de forma mais trágica. Continuar
“Já vivemos momentos difíceis com racionamento de energia pelos baixos níveis de água nos reservatórios, mas além de gerar energia a água é importantíssima para o nosso organismo. A beleza, saúde, longevidade estão diretamente relacionada com este elemento. Conheça um pouco mais da sua importância.” Continuar
Logo após o nascimento, as unhas devem ser cortadas.
Certo. Essa é uma das tarefas executadas, com precisão, pelas enfermeiras da maternidade. As unhas do recém-nascido são muito fininhas e crescem bem rápido, devendo ser cortadas com freqüência. Existem cortadores especiais para bebês e, ainda, as tradicionais tesouras sem ponta. Como é a mamãe quem vai cortar em casa, deve escolher com qual instrumento se adapta melhor. E mãos à obra!
A mamãe deve impedir visitas ao bebê de quem está resfriado, com tosse ou qualquer doença.
Certo. Nenéns muito pequenos são resistentes, mas é sempre bom deixar pessoas doentes afastadas deles. Se não for possível, mantenha a casa bem arejada e, em dias frios, o bebê bem aquecido. Evite o contato direto dessas visitas deixando seu filho no quarto. Uma boa saída é dizer que ele está muito agitado e precisa de um pouco de sossego.
Quem chega da rua deve sempre lavar e desinfetar as mãos, com álcool, antes de pegar o bebê.
Errado. Basta lavar as mãos com água e sabonete. Seja gentil e sugira que antes de pegar o bebê, a visita lave as mãos. Deixe um sabonete anti-séptico, no banheiro, que já induz a uma boa higienização.
Beijinhos no rosto dele estão proibidos; podem transmitir sapinho.
Errado. Os bebês precisam de muito carinho e o beijo é uma das mais deliciosas manifestações. Claro que isso não se refere a estranhos.
Conversar, tomar líquidos ou comer durante a amamentação, não atrapalha.
Certo. Quando mãe e bebê estão bem adaptados à amamentação, é possível fazer qualquer coisa com o bebê no peito. Comer, andar, falar, ler, beber água (que, inclusive, é muito recomendado). Porém, se ainda há dificuldades e a mamada não é completamente tranqüila, procure sentar-se, confortavelmente, em lugar calmo, com poucas pessoas circulando. Mas, se tiver sede, beba bastante água, mesmo durante a mamada.
Não é necessário limpar o bico do seio antes de cada mamada.
Errado. Nos primeiros dois ou três meses, os bicos devem ser limpos com o próprio leite da mãe, antes e depois de cada mamada. Isso protege a pele e higieniza o seio. Após esse período, já não é necessário nenhum tipo de limpeza.
Canjica e cerveja preta ajudam a aumentar o volume de leite da mulher.
Errado. Beber muita água, descansar, relaxar e confiar; isso, sim, aumenta a produção de leite.
Os soluços são comuns em crianças pequenas; é só esperar um pouco que eles passam.
Certo. Os soluços são provocados por espasmos do diafragma e, geralmente, incomodam mais as mães do que os bebês. Quando ainda mamam no peito, colocá-los para mamar faz com que o problema passe imediatamente. Os que já não mamam mais podem melhorar bebendo água.
As brotoejas surgem apenas no verão, por causa do calor.
Certo. De modo geral, as brotoejas surgem no verão, mas, eventualmente, podem aparecer em outras épocas, principalmente em crianças mais ativas, que transpiram muito na região do pescoço. Para tratá-las, misture uma colher (sopa) de amido de milho em um copo de água e derrame no pescoço do bebê, no final do banho. Seque bem com uma toalha macia, sem esfregar. Óleo vegetal (amêndoa, coco, camomila ou até mesmo óleo de soja) também funciona.
Pomadas anestésicas amenizam o desconforto quando os dentinhos estão nascendo. E não fazem mal.
Errado. Nenhum medicamento deve ser usado sem o aconselhamento médico. O desconforto do nascimento dos dentes é normal e pode ser aliviado permitindo que o bebê massageie as gengivas com um mordedor. Caso o incômodo seja muito grande, consulte o pediatra ou um médico homeopata.
Produtos contra picadas de insetos, repelentes e curativos adesivos podem ser usados sem a consulta ao pediatra.
Errado. Nenhum medicamento, repelente ou produto com substância ativa deve ser usado sem o aval do pediatra.
Fezes amareladas são comuns; já as esverdeadas indicam prisão de ventre ou cólica.
Certo. Geralmente as fezes são cor de mostarda, com a consistência pastosa, quase líquida. Eventualmente, podem ficar esverdeadas, indicando uma maior fermentação. Nos três primeiros dias de vida, são pretas e chamadas de mecônio.
Não se deve pentear os cabelos na região da moleira e nem encostar nela, para não machucar o bebê.
Errado. A moleira é apenas o afastamento dos ossos do crânio e se fecha no primeiro ano de vida. Até lá, a mãe pode – e deve – lavar, pentear e acariciar, normalmente, a cabecinha. Sem medo.
Queda de cabelo é normal nos primeiros meses.
Certo. Principalmente na parte de trás da cabeça, porque fica mais tempo apoiada no carrinho ou berço.
Bolinhas de gordura surgem no rosto do recém-nascido e saem sozinhas, com o passar dos dias.
Certo. Não aplique nada nessas bolinhas, apenas lave, normalmente, na hora do banho. Elas vão desaparecer sozinhas.
Ao nascer, todos os bebês apresentam manchas avermelhadas pelo corpo.
Certo. Elas aparecem, principalmente, nas pálpebras, testa e nuca, e somem com o tempo.
Manchas amareladas ou brancas, bem pequenininhas, no céu da boca, indicam que ele tem sapinho.
Errado. Geralmente essas manchinhas espalhadas pelas gengivas e no céu da boca são manchas de leite, muito semelhantes ao sapinho. Para ter certeza, passe, suavemente, uma gaze embebida em soro fisiológico nas gengivas. Se elas saírem, é mesmo de leite. Caso contrário, e se o bebê fica irritado durante as mamadas, procure um médico. Aí sim, pode ser sapinho.
Não se deve tirar farpas da pele do bebê.
Certo. Neste caso, convém procurar um médico.
A temperatura da bolsa de água quente deve ser igual a do corpo.
Errado. A temperatura da bolsa deve ser um pouco mais elevada que a do corpo do bebê. Nunca use água fervendo. Aqueça a água a uma temperatura que seja suportável tocar sua mão sem queimar, coloque-a na bolsinha, enrole em uma fralda e, só então, encoste na barriguinha dele.
Febre? Somente quando o termômetro marca acima de 38°.
Certo. A temperatura entre 37º e 38° não indica febre, mas, estado febril. Manter o bebê em ambiente arejado ou dar banhos com água em temperatura ambiente pode deixá-lo mais confortável. Se a temperatura passar ou permanecer em 38°, por mais de três dias, procure um médico.
Termômetros digitais são mais práticos e confiáveis.
Certo. Mas é bom ter, como reserva, um termômetro de mercúrio, caso a bateria acabe.
O bebê pode usar perfume, desde que seja específico para a sua idade.
Errado. Bebês não devem usar perfume no primeiro ano de vida. As alergias são freqüentes.
Todo dia é aquela mesma coisa: caspas insistem em sujar a roupa e gritam diante de camisas mais escuras. A saia justa diminui a auto-estima e traz dúvidas na hora de decidir pelo melhor tratamento.
“Caspa, seborréia e oleosidade são a mesma coisa. Há um aumento da produção de óleo pela glândula sebácea e conseqüente descamação do couro cabeludo, o que gera os floquinhos caídos na roupa”, diz o tricologista e diretor médico do Instituto do Cabelo, Luciano Barsanti.
O excesso de oleosidade causa, além da descamação, o risco da proliferação de fungos, que piora a caspa. “Os fungos são um agravante e tornam a caspa um problema crônico. Além deles, estresse, alimentação inadequada, com a ingestão de muito açúcar e gordura animal, e água quente durante o banho desencadeiam o problema de quem já tem a genética favorável ao couro cabeludo oleoso”, diz o tricologista.
Não adianta correr para uma loja de xampus e procurar versões especiais para combater a caspa. “OS xampus disponíveis ressecam o couro cabeludo e estimulam a produção de mais óleo. Isso cria um círculo vicioso”, alerta o médico.
A chave do sucesso no tratamento está em conseguir uma sebo-regulagem, ou seja, controlar a produção do óleo do couro cabeludo para acabar com a caspa através da análise de um especialista, que vai fazer exames para diagnosticar as causas e a possibilidade da presença de fungos.
“O médico faz dois exames e, a partir dai, determina o tratamento. Se não há fungos, é feito um peeling no couro cabeludo, aplicação de soluções tópicas e o uso do laser, novidade no tratamento contra a caspa porque desinflama a área. Se os fungos estão presentes, além deste tratamento, é feito o uso de fungicidas”, diz o médico.
Uma das conseqüências mais indesejáveis da caspa é inflamação do couro cabeludo, a dermatite seborréica, que traz coceira e a temida queda de cabelos. Já imaginou perder seus preciosos fios por causa da oleosidade do cabelo não controlada? O negócio é procurar a ajuda de um profissional se notar que a caspa está se tornando um problema constante.
Fonte: Terra
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