Televisores de alta definição tem percorrido um longo caminho nos últimos dois anos. Em 2008 uma HDTV com resolução 1080p ainda era um item de extremo luxo; hoje em dia, praticamente faz parte dos modelos básicos (necessários para exibição de um disco Blu-Ray). Os modelos com iluminação LED estavam começando a aparecer e os preços eram astronômicos. Atualmente, esses modelos estão um pouco mais acessíveis, e os preços despencaram em comparação à época.
Veja como enxergar além dos truques das lojas, economizar e ainda assim encontrar o aparelho ideal para você.
1. Esqueça as noções antigas sobre as TVs de tela fina
Antes era mais fácil perceber a diferença entre uma televisão de plasma e um modelo LCD. As plasmas eram maiores e com uma “imagem de cinema”, resultado da capacidade de alcançar tons de preto muito mais escuros e lidar com movimentos muito rápidos. Em comparação as telas LCD eram menores e muito mais brilhantes. Mas essas distinções estão desaparecendo em aparelhos de 40 a 50 polegadas, especialmente com a chegada de LCDs que usam iluminação traseira “full-array” com escurecimento local (em contraste à iluminação LED mais barata, mas menos atrativa).
O escurecimento local – a habilidade de escurecer LEDs individuais ou grupos de LEDs em determinada parte da tela para produzir tons mais escuros – permite que o aparelho exiba tons de preto mais intensos, e esse tipo de característica tem aparecido na categoria de aparelhos de 46 a 50 polegadas, antes dominada pela plasma. Logo, não julgue uma TV apenas pela espessura.
2. Leve em conta o consumo de energia
Essa distinção entre plasma e LCD se tornou ainda mais significante nos últimos anos. Aparelhos LCD sempre consumiram menos energia do que as plasmas, mas os modelos LCD com iluminação LED são ainda mais econômicos e são mais eficientes do que as tradicionais LED com iluminação CCFL (lâmpadas fluorescentes). Se o consumidor assiste muita televisão, é mais recomendável, pagar um pouco mais por uma televisão LED, a economia virá na conta de luz. No geral, vale o conselho: pesquise o consumo de energia de qualquer eletrodoméstico, inclusive TVs, antes de comprar.
3. Leve seu próprio material de teste
Muitos dos problemas que aparecem no uso cotidiano não vão estar aparentes nos vídeos contínuos ou na programação ao vivo que é demonstrada na loja. Como já foi dito, o teste ideal é usar um filme em Blu-Ray em um aparelho conectado à televisão a patir de um cabo HDMI.
Se a TV for usada para exibir conteúdos de outras fontes, leve qualquer dispositivo que possa ser conectado na televisão, desde drives USB (leitores de cartão SD estão se tornando cada vez mais raros) até filmadoras, netbooks ou mesmo telefones celulares. Converse com o vendedor da loja para permitir que esses dispositivos sejam plugados – e use conteúdos que exijam muito do aparelho, como alguns exemplos a seguir.
4. Procure por artefatos nas imagens
Fique de olho em imagens que tremem levemente quando na verdade deveriam estar perfeitamente estáticas. As linhas retas em prédios ou paredes de tijolos parecem “dançar”?
Verifique também se há um efeito moiré em certos tecidos ou superfícies com texturas, como uma parede de tijolos. Ambos são problemas (artefatos) indesejáveis, que prejudicam a qualidade de imagem.
5. Examine as imagens com movimento
Nesse caso, deve-se procurar por problemas similares decorrentes da forma como a TV trata imagens em movimento. Você vê sombras fixas quando a câmera se move de um lado para o outro (o que pode acontecer em alguns televisores LED com iluminação nas bordas)? Os detalhes aparecem borrados? Nos testes em laboratório com as HDTVs, a performance em movimento se tornou um grande diferencial entre os dispositivos.
Novamente, esse já foi um ponto forte das TVs de plasma, mas agora temos LCDs com taxas de atualização cada vez maiores (240Hz e até 480Hz, contra os modelos com 60Hz ou 120Hz de alguns anos), além de algumas tecnologias proprietárias para lidar com o movimento. Contudo, não aceite simplesmente os números ou o apelo do mercado. Faça seus próprios testes.
6. Coloque o aparelho no modo de uso “doméstico”
Quase todos os modelos de HDTV atuais possuem assistentes de instalação que permitem configurar o aparelho para uso doméstico ou demonstração em lojas, e é quase certeza que a TV que você está vendo na vitrine está neste último modo.
O modo de demonstração para lojas coloca o brilho muito alto, já que os consumidores são atraídos por imagens brilhantes. Mas em uma sala de estar escura a mesma imagem pode parecer clara demais. Peça ao funcionário da loja para ver o aparelho funcionando no modo de uso doméstico (geralmente é possível alterar a configuração no menu da televisão).
7. Inspecione as configurações pré-definidas
A maioria das HDTvs possuem modos pré-definidos de imagem que ajustam os controles mais importantes (brilho, contraste, tons e outros) para otimizar a exibição de jogos, esportes, filmes e daí em diante. Confira essas configurações; grande parte dos menus permite que o usuário veja como as mudanças afetam o que está sendo exibido. Certifique-se que o aparelho permita que sejam criadas configurações customizadas caso não concorde com o gosto do fabricante.
8. Observe o tom de pele que está sendo exibido
As cores que estão sendo mostradas na TV estão boas? Um bom jeito de verificar isso é assistir a clipes com pessoas e usar os controles de imagem da televisão para fazer com que o tom de pele pareça mais natural e agradável – e então ver se o resto da imagem também está bem representado.
Se a cena tem muitas cores brilhantes, certifique-se que as pessoas não pareçam estar queimadas de sol– um problema comum quando algumas cores são muito saturadas.
9. Não use desenhos animados nos testes
Há uma razão pela qual muitos vendedores preferem exibir filmes de animação nos aparelhos – e não é por simpatizarem com eles. Os atuais filmes gerados em computador ficam ótimos em quase todas as telas modernas. É muito melhor escolher filmes de ação ou programas de televisão, que geralmente não são desenvolvidos visando a perfeição. O mesmo acontece em cenas de games: a não ser que o usuário tenha planos para jogar muitos games na TV, não é preciso prestar atenção aos vídeos de demonstração dos jogos.
10. Veja e ouça
Infelizmente, a maioria das grandes lojas exibe dezenas de televisores de alta definição nos departamentos, então não é possível ouvir o som de um aparelho específico. Se o objetivo é acoplar um sistema de home theater ou alto-falantes externos à TV, isso não é um problema.
Mas caso você esteja planejando usar o sistema de som do próprio aparelho, veja uma maneira de testá-lo com um filme em Blu-ray que mostre suas capacidades de som surround. Felizmente, os sistemas integrados tem melhorado muito nos modelos mais recentes, com alto-falantes mais robustos e uma capacidade de simulação surround cada vez melhor. Mas, novamente, não julgue o aparelho somente pela quantidade ou tamanho dos alto-falantes – ouça você mesmo.
Fonte: Pc World
Nomofobia é uma nova expressão usada para designar a sensação de angústia que surge quando alguém se sente impossibilitado de se comunicar por estar em algum lugar sem seu aparelho celular ou outro telemóvel. Trata-se de um termo recente originado do inglês “no-mo” ou “no-mobile”, que significa sem telemóvel.
“A pessoa que sofre de nomofobia não consegue se desprender da tecnologia”, explica a professora Josyane Lannes Florenzano de Souza, mestre em Ciência da Computação e coordenadora do curso de Sistemas da Informação da Estácio UniRadial, unidade Moema, em São Paulo. E isso inclui celular, notebook, netbook e todo o aparato tecnológico que a deixa conectada com o mundo. “Ela pode esquecer a carteira ao sair de casa, mas não os aparelhos. Além disso, não desgruda do celular, por exemplo, nem para ir ao banheiro, à feira, à academia ou na hora do sexo”, diz ela, que sente na pele essa forte influência da tecnologia. “Em classe, metade dos alunos ficam conectados em seus notebooks e netbooks, além dos celulares”, conta. “Sempre fico com o celular ligado no vibracall na classe e, às vezes, saio para atender”, confirma Ricardo, que também leva o seu notebook para as aulas.
Sinais de alerta
Para ser caracterizada como fobia, a ausência desses tipos de aparelhos deve trazer prejuízo significante à vida, ou seja, causar sensação de pânico e impotência, atrapalhando a vida profissional e pessoal. Segundo a professora, quando as pessoas ficam dependentes desses aparelhos, elas passam a apresentar vários sinais ao ficar longe deles, como taquicardia, suores frios, dor de cabeça e sensação de nudez.
“Outro dia houve um curto-circuito em casa e fiquei sem internet. Entrei em pânico, pois veio uma sensação de estar fora do mundo, perdendo alguma coisa”, relata Ricardo.
Há ainda outras características comuns nos nomofóbicos:
* Abandona tudo o que faz para atender o celular.
* Nunca deixa o aparelho sem bateria.
* Não carrega o celular na bolsa, bolso ou similares; prefere carregá-lo na mão para que possa atender imediatamente.
* Interrompe a relação sexual para atender o celular.
* Nunca esquece o celular em casa; se isso acontecer, volta de onde está para pegá-lo.
* Sente-se mal quando acaba a bateria, quando perde o aparelho ou pensa que perdeu.
Sinal vermelho
É claro que a tecnologia e a popularização da internet trazem benefícios inegáveis de ordem econômica e cultural para todo o mundo. Mas essas inovações também imprimem mudanças nas relações interpessoais, que devem ser bem observadas.
“Já deixei de sair com amigos porque não queria deixar o conforto de casa, pois tenho as ferramentas, como o MSN, para conversar com eles sem o inconveniente de pegar trânsito, fila”, confessa Ricardo.
Para a professora da Estácio UniRadial, quando uma pessoa transforma a vida por causa da tecnologia, ela precisa de ajuda, pois está deixando conviver com amigos, interagir com a família e ter atividades sociais.
Pesquisa
Segundo uma pesquisa feita pelo instituto YouGov para o Departamento de Telefonia dos Correios britânicos, 53% dos usuários de telefone celular do Reino Unido sofrem de nomofobia.
O estudo concluiu que a síndrome atinge mais os homens (58%) que as mulheres (48%). Das 2.163 pessoas ouvidas, 20% afirmaram não desligar o telefone nunca, e cerca de 10% disseram que o próprio trabalho as obriga a estarem sempre acessíveis.
Para 55% dos entrevistados, a urgência de estar com o celular sempre ligado e perto está relacionada com a necessidade de se estar sempre em contato com amigos e familiares.
Para 9% dos entrevistados, desligar o celular os deixa em um estado de profunda ansiedadE.
Fonte: Uol
O repórter da BBC Dan Simmons, que cobre a área de tecnologia, resolveu testar um telefone celular apresentado na feira Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas, como “inquebrável”.
O CEO da empresa Sonim, Bob Plaschke, demonstrou fé no produto. “Pode jogar o celular de uma altura de dez andares, mergulhá-lo a uma profundidade de 20 pés (o equivalente a 6,1 metros), tentar martelar um prego no aparelho, que não quebra”, disse ele.
Simmons mergulhou o aparelho em um aquário e verificou que ele ainda estava em condições de receber chamadas, mas não resistiu a pancadas na quina do receptáculo.
Depois de alguns golpes, a tela do celular quebrou, deixando o executivo surpreso e sem graça.
Fonte: Terra
A Google anunciou um evento para o dia 5 de janeiro relacionado com o sistema operacional para celulares Android e durante o qual, segundo alguns blogs especializados, poderia apresentar o Nexus One, o telefone celular criado pela companhia.
O convite enviado nesta terça-feira pela Google à imprensa informa que haverá uma entrevista coletiva sobre o Android na sede da companhia no dia 5, mas não há mais detalhes.
A imprensa americana dá quase como certo que o evento servirá para apresentar oficialmente o Nexus One, cuja existência ainda não foi confirmada, mas que já seria usado por muitos funcionários da Google.
Produzido em cooperação com a firma taiuanesa HTC, o Nexus One será distribuído diretamente pela Google e, segundo algumas fontes, também pela operadora T-Mobile.
O primeiro telefone celular com a plataforma Android chegou ao mercado há aproximadamente um ano e desde então apareceram diferentes modelos, entre os que o mais popular é, talvez, o Droid, da Motorola.
A Google investiu muito tempo e dinheiro durante 2009 para completar com sucesso sua incursão na área da telefonia celular e promover os telefones de seus parceiros com o Android. Agora, caso os rumores se confirmem, eles terão um novo concorrente com o Nexus One.
Fonte: Último segundo
A busca por convites para o novo Orkut, lançado sexta-feira (29) pelo Google, já fez surgir comunidades de aproveitadores online que podem roubar senhas e informações dos usuários mais afoitos.
Uma das comunidades “Quero convite para o novo Orkut”, com 3.871 membros, mostrava, na noite desta quinta-feira, instruções para que os usuários copiassem um código JavaScript e colassem no campo de endereços do navegador com a promessa de, em dois minutos, ter acesso à nova interface.
Na manhã desta sexta-feira, essa comunidade aparecia com a mensagem “Comunidade temporariamente fechada até resolvermos o problema do Danilo Fake que fica roubando o perfil da galera. Boa champ, você conseguiu.”
O Google diz que as únicas maneiras de conseguir um convite para o novo Orkut são acompanhar o blog do personagem fictício Danilo Miedi (em http://danilomiedi.blogspot.com/) ou encontrar um amigo que já tenha acesso ao novo sistema e é identificado com um símbolo em forma de “O”.
Danilo Miedi tem também uma comunidade chamada “Quero Convite para o novo Orkut” – e a maioria dos dados foi copiada naquela página falsa de mesmo nome -, e tem um perfil no Twitter (@danilomiedi).
Existem, entretanto, comunidade válidas onde as pessoas trocam convites para o novo Orkut, como a “Novo Orkut, quero convite”.
Fonte: Terra
A atual página de download do navegador Chrome mostra o novo visual do site de relacionamentos. Um aparente “descuido” da empresa colocou a página nova do Orkut como screenshot de exemplo. A mudança na interface do Orkut ainda não foi oficialmente divulgada pela Google, dona do site, que tradicionalmente se nega a comentar sobre produtos ainda não anunciados.
No momento em que a presente nota foi finalizada, a página de download do Chrome (google.com/chrome) ainda mostrava a imagem. Por ela, pode-se notar uma repaginação total do visual, com menos cores escuras e mais próximo do “padrão Google”. A imagem também leva a supor que o perfil do usuário poderá ser mais modificado e personalizado, com cores à escolha. A divisão dos blocos lembra um pouco a do festejado Google Wave. Por fim, na parte inferior tem-se, ao que parece, uma área que assemelha-se a um microblog.
Não foi possível contactar a assessoria de imprensa ou um representante da Google Brasil para comentar o caso.
Fonte: Terra
O Sony X finalmente foi lançado. O notebook superfino de fibra de carbono e tela de 11,1 polegadas (1366×768) é relativamente acessível dentro da escala de economia da Sony – custa a partir de US$ 1,3 mil. Só que tem processador de netbook.
Por fora, o laptop tem um belo invólucro de fibra de carbono. Por dentro, processador Intel Atom Z550 a 2 GHz, drive de estado sólido e gráficos Intel GMA 500. A Sony também alega que o aparelho funciona por até 17 horas com uma única carga.
Fonte: Terra
A empresa Microsoft, que opera o serviço de e-mails Hotmail, admitiu que está investigado alegações feitas em um blog de tecnologia de que milhares de senhas para contas do serviço foram pirateadas e divulgadas na internet.
De acordo com o blog Neowin.net os detalhes de “mais de dez mil” contas foram colocados em um site. O blog também sugere que as contas foram pirateadas ou os dados foram coletados como parte de um esquema de phishing.
O phishing envolve o uso de páginas de internet falsas ou e-mails falsos de empresas conhecidas a fim de enganar os internautas para que eles revelem detalhes pessoais como números de contas bancárias ou senhas.
Um porta-voz da Microsoft disse à BBC que foi alertada sobre as alegações de que as contas e senhas foram disponibilizadas na internet. “Estamos investigando a situação e tomaremos as medidas apropriadas o mais rápido possível”, afirmou.
Resposta rápida
O blog Neowin alega que os detalhes foram colocados na página pastebin.com no dia 1º de outubro. Apesar de os detalhes já terem sido removidos, o blog afirma que viu parte da lista.
“Podemos confirmar que as contas são verdadeiras e a maioria parece baseada na Europa”, afirmou no blog Tom Warren, que escreve para o Neowin.
Warren acrescentou que a lista inclui detalhes de contas do Windows Live Hotmail, com endereços de e-mail terminando com hotmail.com, msn.com e live.com.
O blog recomendou que os usuários do Windows Live Hotmail mudassem sua senha imediatamente.
Fonte: Terra
O Rocky Mountain Bank, que opera em Montana, nos EUA, está processando a Google para obter dados da conta de um usuário do serviço. Um funcionário do banco enviou para esse usuário, por engano, informações sobre 1.325 clientes do banco, tanto contas de pessoa física como jurídica, incluindo endereços, nomes e até números de empréstimos feitos. Continuar
Em vez de apenas uma, por que não quatro telas, sendo uma principal e três intermediárias na carcaça do notebook? Na visão da Intel, isso é possível, de acordo com um protótipo demonstrado esta semana no IDF, encontro anual de desenvolvedores da fabricante de chips, em San Francisco.
As telas menores, localizadas acima do teclado, organizam informações secundárias (media player, e-mail e outros aplicativos) e podem ter suas informações arrastadas de uma área para outra e até mesmo para a tela principal, já que são sensíveis ao toque.
A Intel chama o conceito de “Ultimate Multi-Tasking Concept PC”, ou “o melhor PC conceito multitarefa”. Agora, depende dos fabricantes de computadores adotarem ou não esse novo formato para o notebook.
Fonte: Terra
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