O site do Twitter ficou alguns segundos fora do ar pouco antes das 4h, quando às 4h em ponto aparece a mensagem do autointitulado “Iranian Cyber Army” (Cyber Exército Iraniano) seguido de um endereço de Gmail que levava para uma mensagem com o assunto: Mowjcamp.
“Este site foi hackeado pelo cyber exército iraniano. Os Estados Unidos pensam que controlam e administram o acesso a internet mas não. Nós controlamos e administramos a internet pelo nosso poder, então não estimule o povo iraniano a………. Agora qual país na lista de embargo? Irã? Estados Unidos? Nós os colocamos na lista de embargo! Cuidem-se”
Logo depois o site voltou a sair do ar e só voltou ao normal às 5:02. Nem mesmo o endereço status.twitter.com, que é hospedado em um Tumblr e informa as condições da ferramenta, permaneceu no ar. A mesma mensagem também está no site reformista www.mowjcamp.org
Em seu blog oficial, o Twitter publicou que “os registros DNS (Domain Name System/Sistema de Nomes de Domínios, mecanismo que traduz o nome dos sites nos números que identificam as páginas) ficaram temporariamente comprometidos esta noite mas agora foram consertados”.
O Twitter foi fortemente usado por parte da população do Irã como alternativa de comunicação após o bloqueio do governo iraniano ao acesso a vários sites com conteúdo usado pelos eleitores da oposição. A tag #iranelection ficou semanas entre os assuntos mais comentados do serviço de microblogging.
Veja as imagens do defacement abaixo e ao lado. Defacement ou deface (desfiguração) é um tipo de hacking que consiste em explorar vulnerabilidades em um site e modificar a sua página inicial, seja por motivos políticos ou por brincadeira.
Fonte: Virgula
O Pnad 2008 também revelou o número de brasileiros que não acessam a internet. Eles são aproximadamente 104,7 milhões de pessoas, na faixa etária de 10 anos ou mais. A maioria deles não achava necessário (32,8%), não sabia utilizá-la (31,6%) ou não tinha acesso a um computador (30%) no ano passado.
O percentual de pessoas que não achava necessário ou não queria acessar a internet foi o que mais aumentou, de 20,9%, em 2005 para 32,8%, em 2008. Cresceu também o percentual de pessoas cujo motivo declarado foi não saber utilizá-la, de 20,6%, em 2005 para 31,6%, em 2008.
Mesmo assim, o Pnad destaca que o percentual de pessoas que não tinha acesso a computador diminuiu em relação à pesquisa de 2005 (37,2%). O custo alto de um computador, também citado como impeditivo para o acesso à internet na pesquisa, caiu de 9,1% em 2005 e 1,7% em 2008, como motivo mais citado.
Alagoas (48,3%), Rondônia (43,5%) e Acre (47,5%) tiveram os maiores percentuais de pessoas que não utilizaram a rede porque não tinham acesso a computador. Já no Rio de Janeiro o principal motivo foi não achar necessário ou não querer (45,1%).
Os que não acessaram a Internet porque não achavam necessário ou não queriam e os que não sabiam utilizar a Internet apresentavam idades médias mais elevadas (44,1 e 45,2 anos, respectivamente) do que aqueles que alegaram os demais motivos. Os estudantes que não utilizaram a rede apresentaram como principal motivo não ter acesso a um computador (46,9%).
Fonte: Uol
1. Matrix (um programador, atormentado por pesadelos, começa a desconfiar da realidade que o cerca e descobre que tudo faz parte de uma simulação de realidade, controlada por um sistema, que utiliza os corpos das pessoas para produzir energia. genial).
2. War Games (garoto aficcionado por informática – Matthew Broderick -, conecta acidentalmente seu micro ao sistema de defesa americano. isso causa um estado de alerta, que pode levar à uma guerra mundial. as coisas eram mais simples em 1983…).
3. Amor Eletrônico – Desk Set (filme de 1957, com Katharine Hepburn e Spencer Tracy, aqui os computadores são chamados de ‘cérebros eletrônicos’. um executivo é incumbido de introduzir um poderoso computador num departamento de arquivo e pesquisa, controlado por uma mulher muito organizada, capaz de responder rapidamente a consultas como: “qual o nome das renas do papai noel?”. divertido).
4. Hackers, Piratas de Computador (de 1995. um adolescente que aos 11 anos invadiu milhares de computadores de Wall Street, é impedido até os 18 anos de usar micros. quando retorno vê seu nome envolvido num esquema de desvio de dinheiro e luta para impedir o plano e não ser incriminado).
5. A Rede - The Net (Sandra Bullock é uma analista de sistemas que se vê envolvida num pesadelo quando recebe um disquete contendo sérios segredos. para ser neutralizada, seus dados começam a ser alterados nos computadores do governo, fazendo com que ela pareça ser uma criminosa. boa ação).
6. Os Piratas do Vale do Silício (interessante dramatização das histórias de Bill Gates e Steve Jobs, desde a criação de suas empresas – Microsoft e Apple respectivamente – até as estratégias que utilizaram para desenvolvê-las. didático e bem feito).
7. A Senha, Swordfish (um perigoso espião tenta coagir um hacker a desviar bilhões dos fundos do governo americano. ação tensa e atores como John Travolta, Hugh Jackman e Halle Berry. vale uma olhada).
8. Ameaça Virtual – Antitrust (jovem gênio da informática está prestes a abrir um negócio com seu melhor amigo, quando recebe uma proposta irrecusável para trabalhar na empresa de seu ídolo. logo descobrirá que lá as coisas não são muito honestas).
9. Mulher Nota 1000 – Weird Science (de 1985. dois nerds adolescente criam no computador a mulher perfeita – a modelo Kelly LeBrock. uma tempestade acaba por dar-lhe vida. parece que nos anos 80 os computadores eram superestimados).
10. Minority Report (excelente filme de Steven Spielberg. num futuro próximo, os crimes são prevenidos antes de acontecerem, graças às visões de paranormais, conectados a computadores. interessantes as aplicações de informática, que no filme pareciam futuristas, mas já começam a ganhar o mundo real, como vitrines inteligentes, telas transparentes touch-screen, embalagens com som e imagem entre outros).
Fonte: Lista de 10
Um adolescente responderá na Justiça norte-americana pela simulação de um suicídio que foi divulgado na internet, em um site com imagens exibidas em tempo real. Para tornar as cenas mais verdadeiras, o jovem chegou a usar ketchup em seus braços, como se eles tivessem sido cortados.
A polícia de Nova York disse ter recebido diversas ligações na noite de terça-feira (20) de pessoas reportando o caso. Segundo a publicação britânica “Daily Mail”, o policial Steven Nitrelli afirmou que chegou a receber ligações de Israel, onde o site está hospedado.
A polícia conseguiu rastrear o endereço IP do computador e chegou até uma casa em Clarence, no subúrbio de Buffalo (Nova York). Steven Nitrelli afirmou que o adolescente insistiu se tratar de uma brincadeira.
O jovem, que não teve idade e nome divulgados, responderá na Justiça por reportar um incidente falso. A audiência está marcada para dia 29 de outubro.
Fonte: G1
Esqueça a biblioteca de Alexandria. A Internet é, sem dúvida, a maior fonte de informações da história. Entretanto, encontrar informação útil nesta caótica e quase infinita estrutura pode ser bastante complicado. Confira dez dicas para não perder tempo e otimizar suas buscas na rede.
1- Tenha claro o que procura
Estar focado no que se busca é básico para que não se perca tempo. Mas se existe algo que inclina à divagação e à dispersão é a busca na Internet. Quando estamos procurando, às vezes encontramos coisas que não eram exatamente nosso objetivo, mas que se tornam interessantes. Então, vamos olhar, e acabamos perdendo o caminho. Portanto, ao iniciar uma busca, tenha um objetivo bem definido em mente. Por exemplo, saber “qual o nome dos sete anões da Branca de Neve em espanhol” – e evite perder tempo averiguando quem dubla cada um dos personagens, o ano do filme da Disney, quantas vezes foi exibido, e assim por diante.
2- Escolha a ferramenta adequada
“Ora, o Google”, dirão alguns. Mas ainda que este seja o buscador mais popular, a informação flui por diferentes caminhos. Não se restrinja ao site campeão: outros meios podem ser fóruns, blogs, sites especializados ou até mesmo seus contatos no messenger. Às vezes, o que se procura está a um contato de distância. Preste atenção também a outros mecanismos de buscas – sim, eles existem.
3- Aprenda a usar a ferramenta
Ao escolher um buscador, antes de mais nada vale a pensa investir um pouco de tempo para saber exatamente como ele funciona. Se é melhor realizar a busca usando os termos entre aspas, se usa os operadores lógicos “and”, “or” e outros, ou se realiza buscas contextuais em páginas concretas. Todo o tempo gasto em conhecer a ferramenta é tempo que será economizado ao conseguir utilizá-la com objetividade.
4- Seja claro e objetivo
Ainda que os mecanismos de buscas vão sendo otimizados para entender a maneira de pensar humana, os humanos também podem conhecer a maneira de raciocinar de uma ferramenta de busca. Por exemplo, para fazer uma busca de várias palavras, é conveniente pensar não apenas em como se procura mas também em como o programa que gerencia as buscas vai entender o pedido que se faz. Por exemplo, em vez de procurar por “amor e poesia”, frase que tem um “e” que muitas vezes é ignorado pelos buscadores, é melhor buscar “poesia amor” – mais facilmente o programa entenderá que são duas palavras-chave a considerar em seus parâmetros de busca.
5 - Aprenda a diferenciar à primeira vista
Ao fazer uma busca, é bom conseguir determinar de cara se os resultados têm algo a ver o que se quer encontrar. Basta olhar as primeiras palavras de cada resultado para saber se foi encontrada informação útil ou simplesmente sites que pouco têm a ver com o que se precisa encontrar. Perca alguns segundos analisando as primeiras linhas dos resultados. Você saberá se está na pista certa.
6- Use inglês, dicionários e tradutores
Outras línguas, como espanhol ou português, podem até estar ganhando mais espaço na Internet, mas a realidade é que a imensa maioria das páginas está – ou oferece versão – em inglês. Portanto, se você não encontra em português o que procura, experimente traduzir as palavras-chave para o inglês e fazer nova busca. Se precisar, utilize dicionários ou mesmo os tradutores online para investigar páginas que pareçam interessantes.
7- Aprenda a buscar indiretamente
A busca indireta dá resultados ótimos quando parece ser impossível encontrar aquilo que se busca. Trata-se de não atacar diretamente o tema que procuramos, mas buscar algo relacionado com ele. Por exemplo, procurar a letra de uma canção de Elvis Presley da qual não se lembra o nome. Se não se encontra nada a partir de “Elvis Presley”, pode-se experimentar usar um pedaço da letra do qual se recorde (como “kiss me my darling”). Entre os primeros resultados, certamente estará a letra de “It’s now or never”. Isso é aplicável a uma grande variedade de temas, e é especialmente útil quando o tema principal da busca é muito amplo ou quando, por exemplo, buscamos o nome de uma pessoa, já que pode haver muito mais gente com tal nome do que se imagina.
8- Imagens
A busca de imagens é especialmente complicada, e para conseguir os melhores resultados, além de usar dicas anteriores (busca indireta, tradução para outras línguas), não use apenas a busca de imagens do Google, por exemplo. Procure também por sites que possam conter as imagens que você quer, e aproveite outros buscadores – inclusive específicos para imagens.
9- A Wikipedia é amiga
Se a procura é por um termo popular, é quase certo que já exista na wikipedia. A enciclopédia global online colaborativa tem informação de qualidade. Não se perde muito tempo em consultá-la, mas pode-se economizar tempo ao encontrar lá o que se procura e, muitas vezes, outras referências sobre o assunto permitem que se tenha mais fontes de informação.
10- Experiência é a princial aliada
Na busca via Internet a experiência não é um grau, são 360. À medida que fizer buscas, você aprenderá a discriminar melhor, vai adicionar aos seus sites favoritos outros buscadores especializados, que funcionem melhor para determinados assuntos, e aprenderá também a pensar mais como uma ferramenta de busca, porque as entenderá melhor. Ou seja: busque e aprenda com as buscas que faz. Em pouco tempo você se tornará uma ferramenta indispensável para outras pessoas que não vão precisar de um buscador: elas terão você.
Recarregar o telefone celular com o calor do corpo de uma pessoa pode se tornar realidade muito em breve graças a uma invenção que venceu nesta quarta-feira (16) o prêmio “Swisselectric Research Award 2009″, concedido pelas companhias elétricas da Suíça.
O inventor, Wulf Glatz, um cientista de 35 anos da Escola Politécnica Federal de Zurique, uma das mais tradicionais da Europa, desenvolveu um gerador que transforma o calor em uma corrente elétrica.
Para isso, utiliza a diferença de temperatura entre a fonte de calor e a do ambiente, o que não gera emissões de gases poluentes.
Estes geradores podem ser instalados, por exemplo, nos apartamentos, para produzir eletricidade através do calor emitido pela calefação central.
Do mesmo modo, poderiam alimentar a parte eletrônica de um automóvel graças ao calor do motor, o que renderia uma economia de 10 % de combustível.
Além disso, o processo de fabricação destes geradores é dez vezes mais barato que o do modelo mais comum.
Fonte: G1
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